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Novembro

Economia > 2019

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Em novembro ocorreu uma sequência de eventos, que combinados acabaram tendo um impacto negativo relevante sobre os preços dos ativos domésticos.

No início do mês tivemos a decepção com o leilão da cessão onerosa dos barris de petróleo excedentes do pré sal. A expectativa era de um fluxo expressivo de entrada de dólares, por conta da participação das empresas estrangeiras. A licitação não só arrecadou menos que o previsto, como atraiu apenas duas estatais chinesas que juntas ficaram com 10% do total. A Petrobras ficou com os 90% restantes.

A decepção com a participação estrangeira acabou pressionando a moeda local, que se desvalorizou 5% em relação ao dólar.

A febre suína na China gerou um choque de oferta no preço das carnes no Brasil. O reajuste da gasolina anunciado pela Petrobras, foi justificado pela elevação do preço do petróleo e também pela escalada do dólar. A consequência desses movimentos foram as revisões para cima do IPCA deste ano. Apesar das revisões, o cenário inflacionário para 2020 segue benigno.

Outro evento negativo foi a revisão, para pior, das contas do balanço de pagamentos. O déficit previamente anunciado era de 2% do PIB. Depois foi revisado para 3% do PIB.

Por fim o Brasil acabou sendo contagiado pela deterioração do ambiente político na América Latina. As manifestações populares que tiveram início no Chile, se espalharam por outros países, tais como Colômbia, Bolívia e Equador.

A surpresa positiva foi o anúncio do PIB do 3º trimestre, que subiu +0,6%, puxado principalmente pelo consumo das famílias. O resultado expressa uma leve aceleração na trajetória de recuperação da economia. Diante desse número, muitos economistas revisaram, para cima, as previsões para o PIB 2019. As novas projeções estão em torno de +1%.

Internacional:

O cenário externo permanece otimista por conta do arrefecimento da guerra comercial sino americana. A expectativa é de que as maiores economias do mundo cheguem a um acordo nas próximas semanas. A opção foi por “costurar” o acordo em etapas, sendo que na conclusão da primeira fase, espera se a retirada parcial das tarifas em vigor atualmente.

Os dados recentes da indústria na China e na Europa vieram melhores que o esperado, gerando otimismo em relação ao crescimento global. No Reino Unido a impressão é que o Brexit terá um desfecho mais favorável do que se imaginava.



Expresso Planejamento Financeiro
Bruno Decourt (21) 2249 4809

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