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Março

Economia > 2019

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O cenário político extremamente conturbado, foi o destaque no mês passado. O atrito público entre o presidente Jair Bolsonaro e o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, paralisou a tramitação da reforma da Previdência. O elevado grau de incerteza quanto ao cronograma, impactou negativamente os ativos locais. O ambiente só desanuviou no final do mês, quando os dois protagonistas do imbróglio, selaram, aparentemente, a paz. No entanto, ficou a impressão que ao longo do percurso, até a aprovação final, vários outros percalços podem ocorrer.

A prisões preventivas, que duraram quatro dias, do ex presidente Michel Temer e do ex ministro Moreira Franco, contribuíram para elevar o grau de incerteza.

No mês passado ocorreu a primeira reunião do COPOM (Comitê de Política Monetária) comandada pelo novo presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto. O tom foi de cautela. Os participantes decidiram manter os juros nos atuais 6,5% ao ano. Apesar da inflação sob controle, economia fraca e desemprego elevado, o colegiado deve aguardar a evolução das negociações em relação à reforma da previdência, para reduzir os juros do país.

As previsões para o PIB deste ano vem sendo revisadas, para baixo, nas últimas seis semanas. Alguns analistas já temem que o crescimento fique mais próximo de 1% que de 2%, repetindo o pífio resultado do último biênio.

Internacional:

O cenário externo segue desafiador. Os principais bancos centrais do mundo reforçaram o discurso de manutenção de juros baixos, devido à desaceleração global em curso. Os dados de atividade seguem surpreendendo negativamente. Na última reunião do FOMC, realizada em março, a maioria dos integrantes indicou que não ocorrerão elevações adicionais de juros nos EUA em 2019.

Na Zona do Euro o cenário é ainda mais preocupante. O ritmo de atividade e a inflação seguem muito baixos. Já existe a apreensão da desaceleração se transformar em recessão. Na Alemanha, o índice de confiança dos empresários atingiu o seu nível mais fraco em cinco anos.

A economia na China também segue desacelerando. O governo chinês adotou várias medidas de estímulos, que devem ajudar na estabilização, tais como: aumento de 25% na concessão de crédito e redução dos impostos para empresas e famílias.

Seguem as negociações com os EUA, para chegarem a um acordo comercial.



Expresso Planejamento Financeiro
Bruno Decourt (21) 2249 4809

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