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Janeiro

Economia > 2019

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Ao longo do mês de janeiro, as declarações da cúpula do novo governo, foram de comprometimento em acelerar a aprovação da reforma da previdência. O entendimento inicial era que aproveitariam a proposta enviada pelo ex presidente Temer ao Congresso.

O otimismo gerado por conta da perspectiva de um processo mais célere, aliado ao discurso dos Bancos Centrais internacionais de manutenção de juros nos atuais patamares, geraram fluxos positivos de recursos para países emergentes, incluindo o Brasil. As consequências foram valorizações expressivas, tanto da Bolsa local como do real.

As vitórias dos candidatos apoiados pelo governo, nas eleições da Câmara dos Deputados (Rodrigo Maia) e no Senado (Davi Alcolumbre), também contribuíram para a perspectiva de aprovação das reformas e portanto para o otimismo em janeiro.

Em sua última reunião, já no início de fevereiro, o Banco Central resolveu manter a taxa Selic nos atuais 6,5% ao ano. Apesar dos índices de confiança terem aumentado bastante, o nível de atividade econômica segue baixo e o desemprego elevado. Tais condições devem manter o atual cenário inflacionário benigno. Alguns economistas acreditam que os juros locais podem chegar a 5,5% ao longo do ano.

Internacional:

No cenário externo, a desaceleração global segue como principal tema. Os Bancos Centrais, liderados pelo FED, mantiveram um discurso de juros baixos, por um período ainda indefinido, devido aos dados de atividades mais fracos. A Zona do Euro é a líder em desaceleração. Até a Alemanha, economia mais forte da Europa, começou a dar sinais de enfraquecimento, após o anúncio recente do índice de atividades industriais, que registrou o pior resultado nos últimos quatro anos.

O BCE (Banco Central Europeu), que durante meses previu que aumentaria os juros no 2º semestre de 2019, também já emitiu sinais contrários a esse movimento. Na China, após dados também mais fracos, as autoridades decidiram ampliar os estímulos monetários e fiscais.

A questão político econômica envolvendo os EUA e China, apesar das “boas intenções” recentes dos protagonistas, deve seguir gerando volatilidade ao longo do ano. Se não chegarem a um acordo até o dia 1º de março, o montante adicional de USD 200 bilhões de produtos e serviços importados da China, sofrerá aumento de taxação.



Expresso Planejamento Financeiro
Bruno Decourt (21) 2249 4809

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